Venda perdida por ruptura
O produto acabou e ninguém percebeu a tempo de repor. O cliente comprou do concorrente e a empresa registra isso como... nada. Não há linha contábil para o pedido que não existiu.
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Pedido, estoque, compras e financeiro num fluxo só, integrado ao que a empresa já usa. Sem licença por usuário, sem módulo que ninguém abre e sem a planilha paralela que sempre aparece quando o sistema pronto não cobre o jeito de vender do seu negócio.
Nenhum deles aparece no extrato como perda. Todos saem do lucro.
O produto acabou e ninguém percebeu a tempo de repor. O cliente comprou do concorrente e a empresa registra isso como... nada. Não há linha contábil para o pedido que não existiu.
O inverso da ruptura, e igualmente caro: item comprado em excesso que fica meses sem girar. É dinheiro da empresa imobilizado em mercadoria, sem ninguém responsável por notar.
O saldo diz 40, o depósito tem 31. A partir daí toda decisão de compra e toda promessa de prazo ao cliente é feita em cima de um número que não existe.
O mesmo pedido digitado no caderno, na planilha, no emissor de nota e depois no financeiro. Cada nova digitação é uma chance de erro e um custo de hora que ninguém mede.
Você não precisa de tudo no primeiro dia. Começamos pelo módulo que resolve o gargalo mais caro e os outros entram nos ciclos seguintes.
Um sistema de gestão que não conversa com o resto vira mais uma tela para alguém preencher. O padrão aqui é integrar, não substituir tudo de uma vez.
Se a sua operação cabe num sistema de prateleira, ele é mais barato e entra mais rápido. Somos honestos sobre isso: não faz sentido desenvolver do zero o que já existe pronto e serve.
O sob medida passa a compensar quando aparece pelo menos um destes sinais:
Nesses casos o custo do sistema pronto não é a mensalidade: é a hora da equipe contornando a limitação, todos os dias, para sempre.
Em fases, com a operação usando desde a primeira. Ninguém para de vender para implantar sistema.
Acompanhamos como o pedido nasce e morre hoje, quais planilhas existem e por que elas existem. É aqui que aparecem as regras que ninguém escreveu.
Produtos, clientes, fornecedores e saldo inicial vêm do sistema ou das planilhas atuais, com relatório do que veio sujo e precisa de decisão.
Normalmente pedido e estoque, que é onde o dinheiro escapa. A equipe começa a usar e o retorno já aparece antes do resto estar pronto.
Compras, financeiro, relatórios e integrações entram em ciclos curtos, com prioridade definida pelo que a operação pedir depois de usar.
As 8 perguntas que separam fornecedor sério de proposta bonita.
Como o projeto é conduzido, da descoberta à sustentação.
O que dá para tirar da mão da equipe sem trocar o sistema inteiro.
Conte rapidamente onde a operação trava. Devolvemos um diagnóstico com o que dá para automatizar primeiro e a ordem de grandeza do investimento.