Custo ao longo de três anos
Construtor cobra por mês, para sempre, e o valor sobe com plano melhor,
e-mail profissional, loja e aplicativos extras. Projeto próprio cobra uma
vez, e depois só hospedagem e domínio. Para uma página simples, o
construtor ganha mesmo em três anos. Para um site com várias páginas e
mais de um editor, as contas tendem a se encontrar antes do terceiro ano.
Propriedade
Esse é o ponto que quase ninguém verifica antes. O domínio é seu se
estiver registrado no seu nome. O site montado num construtor, não: ele
existe dentro da plataforma e não sai de lá de forma utilizável. Se um dia
quiser trocar, será refazer, não mudar de lugar.
Velocidade
Construtores carregam muito código genérico para dar conta de todos os
casos possíveis, e isso pesa. Dá para ter um site rápido num construtor,
mas o teto é mais baixo. Como a maioria do acesso vem de celular, isso
aparece na taxa de gente que desiste antes de a página abrir.
Google e SEO
O básico todos fazem: título, descrição, endereço de página legível. A
diferença está no controle fino — dados estruturados específicos do seu
negócio, controle total do que o Google rastreia, correção de detalhes
técnicos que a plataforma não expõe. Para disputa acirrada, isso conta.
Integrações
Se o site precisa mandar o contato para o seu CRM, consultar estoque,
emitir uma cobrança ou conversar com o sistema interno, o construtor vira
o limite. É o motivo mais comum de migração que vemos: não é insatisfação
com a aparência, é o site não conseguir falar com o resto da operação.
Quem resolve quando quebra
No construtor, o suporte é da plataforma, em escala, e não conhece o seu
negócio. Com projeto próprio, existe alguém com nome. Com site gerado por
IA e publicado sem acompanhamento, geralmente não existe ninguém — e isso
só aparece no dia em que o formulário para de enviar.